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Brindando com Shakespeare e #TRIOwine

Sunday, 6 September, 2015

“Eu queria ser feito todo de vinho e me beber eu mesmo”. Com esta frase Federico García Lorca nos entrega a chave da criação literária em sua máxima expressão. A visita das musas à mente do poeta, Pablo Neruda escrevendo sua “Ode ao vino”,e um Hemingway decifrando a humanidade com seu célebre “o vinho é a coisa mais civilizada do mundo”.

E o verbo se fez literatura, nos entregando páginas inteiras de cenas de amor e vida, como as de “Sonho de uma noite de Verão”, onde a inspirada pena de Shakespeare se regozija confundindo os personagens, e fazendo do teatro a anti-sala de uma mundo mágico que só  existe na mente do gênio.

As letras universais se nutrem das mais variadas cepas, e quem sabe sem elas, artistas da envergadura de Lope de Vega, o eterno boêmio que ao custo de tinto e de aventuras conseguiu o apelido de “monstro da natureza”, não haviam existido.

Devemos tanto ao vinho que só um brinde não é suficiente. Sendo assim, a próxima vez que te perguntarem qual é o segredo do talento literário, lembre-se de agradecer a Baco e de brindar em seu nome.

Fontes: http://bit.ly/1QNt2fI, http://bit.ly/1RL59a9, http://bit.ly/1cBzXtk, http://bit.ly/1oyGYL8, http://bit.ly/1DK0q1b

Fotos: mancunion.com

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