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Parreiras para os vales do Chile

Monday, 16 September, 2019

Em 4 de setembro de 1545, Pedro de Valdivia escreveu ao rei Carlos V da Espanha: “parreiras e vinhos para evangelizar o Chile”. Foi assim que começou a história da vinificação no Chile. Atualmente, para comemorar uma das atividades econômicas mais produtivas do Chile, todos os anos, no mesmo dia, é comemorado o Dia Nacional do Vinho Chileno.

A resposta do rei Carlos V foi positiva, e da Europa um carregamento de vinhos e parreiras foi enviado ao porto do Peru. Diferentes tipos de linhagens foram plantadas de Coquimbo a Concepción — regiões que, ao longo dos anos, tornaram-se grandes vinhas e produtoras dos melhores vinhos do mundo.

O solo chileno é contemplado pelos microclimas oferecidos pela Cordilheira da Costa e pelo Oceano Pacífico. Sob essa combinação ideal, a cepa Carménère, supostamente extinta, foi encontrada na década de 90 e se tornou um dos principais vinhos da indústria nacional.

Entre Viña del Mar e Santiago fica o Vale Casablanca, lar da vinha TRIO Chardonnay. Nessa região, os solos são suaves e arenosos, com um pouco de argila — característica que permite a colheita de variedades brancas, como a Sauvignon Blanc.

Esse vale é bastante frio devido à proximidade do Oceano Pacífico e da Cordilheira da Costa. Tal particularidade permite a produção de vinhos leves e frescos, isto é, com notas florais e cítricas.

Um pouco mais ao sul está o Vale do Maule, que se estende da costa até a área da pré-cordilheira. A sua vasta extensão permite a colheita de um grande número de cepas que normalmente seriam distribuídas por diferentes partes do país.

Syrah, Merlot, Carménère e Cabernet Sauvignon são algumas das uvas plantadas nas diferentes áreas do vale. A diversidade de climas — dos ventos das montanhas à frescura da costa — e as características do solo — composto principalmente de argila e granito — permitem a colheita das variedades que formam o TRIO Cabernet Sauvignon e o TRIO Merlot.

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